Expansão profissional
PSICODRAMA INTERNO TRANSGERACIONAL — PIT
Transforme padrões que se repetem em consciência, ação e novas possibilidades de escolha.
Uma metodologia vivencial que integra Psicodrama, corpo, imaginação, psicologia e dimensão transgeracional.
Grupos já formados: Brasil, Perú, Portugal e Espanha.
Grupos vivenciais: Argentina, Chile, Costa Rica, México, Itália, Inglaterra, Países Baixos e Grécia.









Passo Um: Vamos demonstrar
Como reconhecer as “energias ancestrais”;
Técnicas para ter acesso às nossas memórias ancestrais; Mostrando como todos os fragmentos perdidos da alma respondem a um trabalho compassivo e amoroso.
Passo Dois: Pontos importantes
Sempre = Protagonista e Ancestral (ACORDO LIVRE)
Poder x amor (TEM QUE ESCOLHER). O caminho do amor não tem escolha. O medo faz parte da jornada.Tem que fazer algo que satisfaça o ancestral Problema coletivo – chame o mestre (não caia na filosofia)
Passo Três: Os instrumentos do psicodrama
São cinco os elementos com os quais se trabalha em Psicodrama, Sociodrama e Treinamento de Papéis:
Palco, Protagonista, Diretor, Ego-Auxiliar e Público.
Psicodrama Interno Transgeracional — PIT Quando o que se repete ganha forma, novas escolhas se tornam possíveis. Há experiências que parecem pertencer ao passado, mas continuam presentes em nossas emoções, relações, escolhas e formas de viver. Elas podem aparecer como padrões emocionais recorrentes, sintomas persistentes, conflitos familiares, relacionamentos que repetem o mesmo desfecho ou decisões influenciadas por medos e vínculos que nem sempre reconhecemos. O Psicodrama Interno Transgeracional — PIT é uma metodologia vivencial criada pelo professor Alberto Boarini, que integra corpo, mente, emoção, imaginação e ação psicodramática para investigar e transformar experiências pessoais, vínculos familiares e heranças emocionais que permanecem atuando no presente. No PIT, aquilo que se repete deixa de ser apenas explicado. Torna-se imagem, corpo, papel e cena. Porque, quando o drama ganha forma, ele pode ser observado. Quando é vivido com consciência, novas respostas podem ser experimentadas. E quando aquilo que agia no invisível se torna reconhecível, a liberdade de escolha pode recuperar espaço. O que é o PIT? O PIT é uma abordagem que integra conhecimentos da Psicologia, do Psicodrama, do trabalho corporal e da Psicologia Transpessoal. Sua proposta é criar uma ponte entre a compreensão psicológica e a dimensão simbólica da experiência humana, sem dogmas e sem exigir que imagens, vivências ou conteúdos internos sejam tomados como verdades literais. No PIT, imagens, personagens, figuras ancestrais e experiências simbólicas são trabalhados como expressões da vida psíquica. Elas podem revelar conflitos, vínculos, emoções, lealdades familiares e possibilidades de transformação. A liberdade começa quando o drama deixa de agir automaticamente e se transforma em ação consciente no aqui-agora. Os pilares do PIT Roger Woolger e o Deep Memory Process O PIT dialoga com o trabalho de Roger Woolger, especialmente com o Deep Memory Process, que utiliza imagens, sensações corporais, emoções e narrativas internas como caminhos para acessar experiências difíceis de alcançar apenas pela reflexão racional. A memória é compreendida como uma experiência viva, que pode se manifestar por meio do corpo, das emoções, das imagens e das relações. No processo, o que emerge não precisa ser interpretado como um fato literal. É acolhido e investigado como uma experiência psíquica significativa. J. L. Moreno e o Psicodrama O Psicodrama, criado por J. L. Moreno, oferece ao PIT seus principais recursos de ação. A dramatização permite transformar conflitos internos, vínculos, papéis e experiências emocionais em cenas vivas, tornando possível observar, experimentar e construir novas respostas. O PIT utiliza fundamentos psicodramáticos como: espontaneidade e criatividade; ação no aqui-agora; construção e direção de cenas; trabalho com papéis; solilóquio; inversão de papéis; catarse com integração; elaboração por meio da ação dramática. No PIT, o palco é interno, mas a metodologia é psicodramática. Psicologia, corpo e imaginação O PIT também dialoga com diferentes contribuições da Psicologia: Sigmund Freud, com a compreensão da repetição, do sintoma e dos processos inconscientes. Carl Gustav Jung, com os símbolos, a sombra, os sonhos, os arquétipos e a imaginação ativa. Wilhelm Reich, com a compreensão do corpo como expressão da história emocional e dos processos psíquicos. Esses fundamentos ajudam a compreender os significados das experiências. O Psicodrama transforma essa compreensão em ação. Psicologia Transpessoal e dimensão simbólica O PIT dialoga com referências da Psicologia Transpessoal e com tradições que ampliam a compreensão da consciência e da experiência humana. Entre elas, encontram-se: o Yoga, com a presença corporal e a dimensão da energia vital; tradições xamânicas, com imagens de travessia e mundos imaginais; o Budismo Tibetano, com a compreensão dos estados de transição. Essas referências são utilizadas como recursos simbólicos e imaginais, e não como dogmas ou afirmações literais. O objetivo é ampliar a escuta da experiência, respeitando a singularidade de cada pessoa e o significado que suas imagens assumem no processo. Como o PIT acontece na prática? O PIT trabalha com a experiência antes de buscar uma explicação definitiva. O corpo, a mente e a emoção entram juntos no processo. O terapeuta conduz a investigação com recursos psicodramáticos, enquanto o participante cria, reconhece e vivencia suas próprias imagens internas. Entre os principais recursos utilizados estão: Direção O terapeuta organiza e conduz o processo, favorecendo segurança, profundidade e integração. Cena interna As imagens ganham forma em uma cena com personagens, relações, movimentos e significados. Papéis internos Partes do eu, figuras significativas e representações ancestrais podem ganhar voz e expressão. Solilóquio interno Aquilo que estava silencioso encontra palavras, emoção e presença. Inversão de papéis interna A pessoa pode experimentar diferentes perspectivas e ampliar a compreensão de si, do outro e dos vínculos. Corpo em ação Sensações, posturas, movimentos e impulsos são reconhecidos como expressões importantes da experiência. Das repetições invisíveis às novas possibilidades Muitas vezes, aquilo que nos limita não é apenas o que lembramos. São padrões que se repetem sem que compreendamos plenamente sua origem ou função. Essas repetições podem aparecer como: sintomas persistentes; conflitos emocionais recorrentes; relações que parecem encenar sempre o mesmo desfecho; dificuldades em realizar escolhas; medos antigos que continuam influenciando o presente; vínculos familiares marcados por lealdades invisíveis; sentimentos e encargos emocionais transmitidos entre gerações. No PIT, a repetição é transformada em imagem, papel e cena. Aquilo que parecia destino pode ser investigado. Aquilo que estava oculto pode ganhar expressão. E aquilo que se repetia automaticamente pode abrir espaço para novas respostas. A cena ancestral Em determinados processos, uma das experiências mais profundas do PIT pode ser a dramatização simbólica de acontecimentos marcantes da história familiar, incluindo a cena da morte de uma figura ancestral. Essa experiência não é tratada como uma reconstrução histórica literal, mas como uma cena psíquica e simbólica. A dramatização pode tornar visíveis vínculos, lealdades, perdas, medos e encargos emocionais que permaneciam fora da consciência. No PIT, chamamos de carma emocional determinados padrões de sofrimento, compromisso ou repetição que parecem atravessar gerações e continuar influenciando a vida presente. Quando aquilo que parecia um destino inevitável ganha forma em cena, novas possibilidades de compreensão e escolha podem surgir. A passagem proposta pelo PIT Do destino coercitivo para a espontaneidade. Do sintoma para o sentido. Da repetição para a criatividade. Do drama herdado para uma presença mais consciente no aqui-agora. Do passado que se repete para novas possibilidades de ação. Formação em Psicodrama Interno Transgeracional A Formação em PIT é destinada a psicólogos, psicoterapeutas, psicodramatistas e profissionais que trabalham com processos humanos e desejam ampliar seus recursos de investigação e intervenção. Ao longo da formação, você aprenderá a: compreender padrões emocionais e transgeracionais; utilizar o corpo, a imaginação e a ação dramática como recursos de investigação; construir e conduzir cenas internas; trabalhar com papéis, vínculos e figuras ancestrais; utilizar recursos do Psicodrama no contexto do trabalho interno; reconhecer e conduzir processos de repetição e transformação; integrar fundamentos psicológicos, psicodramáticos e transpessoais; desenvolver uma prática mais vivencial, criativa e consciente. Transforme a repetição em cena. Transforme a cena em consciência. Transforme a consciência em novas possibilidades de ação. Conheça a Formação em Psicodrama Interno Transgeracional — PIT.


