Alberto Boarini
Psicodramatista Didata | Professor | Facilitador de Grupos
Minha trajetória profissional começou muito antes da psicologia e do psicodrama.
Durante cerca de 30 anos atuei na área de Tecnologia da Informação, sendo aproximadamente 20 anos como empresário e executivo. Nesse período, conduzi equipes de até 80 profissionais e prestei serviços para empresas como Goodyear, IBM, Compaq, Acer, Toshiba, Unisys, Birman, Método e Microsiga/TOTVS.
Essa experiência incorporou à minha atuação com grupos uma compreensão concreta das relações de poder, comunicação, liderança, conflitos e convivência nas organizações.
Das organizações para as relações humanas
Ao longo dessa trajetória, uma questão tornou-se cada vez mais presente:
O que realmente acontece entre as pessoas quando elas trabalham, convivem, entram em conflito, assumem papéis e precisam construir algo juntas?
Essa pergunta me levou ao estudo e à prática do Psicodrama, da psicologia transpessoal e de diferentes abordagens voltadas ao desenvolvimento humano.
Tornei-me Psicodramatista Didata, professor e facilitador de grupos, desenvolvendo trabalhos com profissionais, terapeutas, educadores e organizações.
Desde 2009, conduzo também sociodramas, utilizando a ação e a dramatização como instrumentos para compreender relações, papéis, conflitos e padrões coletivos.

Das organizações para as relações humanas
Ao longo dessa trajetória, uma questão tornou-se cada vez mais presente:
O que realmente acontece entre as pessoas quando elas trabalham, convivem, entram em conflito, assumem papéis e precisam construir algo juntas?
Essa pergunta me levou ao estudo e à prática do Psicodrama, da psicologia transpessoal e de diferentes abordagens voltadas ao desenvolvimento humano.
Tornei-me Psicodramatista Didata, professor e facilitador de grupos, desenvolvendo trabalhos com profissionais, terapeutas, educadores e organizações.
Desde 2009, conduzo também sociodramas, utilizando a ação e a dramatização como instrumentos para compreender relações, papéis, conflitos e padrões coletivos.
Já foram realizados mais de 100 sociodramas em cinco países.
O nascimento do Psicodrama Interno Transgeracional
Da experiência clínica, do psicodrama e do estudo dos fenômenos transgeracionais nasceu o Psicodrama Interno Transgeracional — PIT, método que desenvolvo e ensino há mais de uma década.
O PIT investiga como experiências, vínculos, traumas e histórias familiares podem continuar atuando na vida das gerações seguintes.
O trabalho integra psicodrama, corpo, imaginação e dimensão transgeracional, criando um espaço no qual histórias que muitas vezes não encontram palavras podem ganhar representação, movimento e elaboração.
Ao longo dessa trajetória, mais de mil profissionais participaram de cursos, workshops e formações ligados ao método.
Uma trajetória que atravessou fronteiras
O trabalho desenvolvido no Brasil passou a despertar interesse também fora do país.
Cursos, workshops e experiências formativas foram realizados em diferentes estados brasileiros e em países da Europa e da América Latina.
Atualmente, o PIT mantém atividades e grupos vinculados ao método em países como Portugal, Espanha e Grécia.
Essa circulação internacional não representa apenas a expansão de um método. Ela permite colocar diferentes culturas diante de uma mesma questão:
quanto daquilo que vivemos começou, de fato, em nossa própria história?

Hoje
Minha atuação acontece no encontro entre diferentes mundos que fizeram parte da minha própria trajetória:
organizações, grupos, psicodrama, corpo, ancestralidade e desenvolvimento humano.
Em contextos terapêuticos, educacionais ou organizacionais, meu interesse permanece essencialmente o mesmo:
tornar visíveis as forças que organizam nossas relações para que possamos ampliar nossas possibilidades de escolha.
